21 junho 2008

Que no peito implora

Que no peito implora


Quando o corpo pede a alma,
sedenta por um corpo que se enebria no desejo
desejo insano de ter o que em vias e vias
se chamou de prazer

Teu toque que não só me incendeia
como me faz pulsar
e que pelo corpo, calafrios a causar
confundem os meus sentidos, eriçam minha pele

Fazem com que se vejam sinais
de um desejo duradouro
e que mostram o quanto
se prosta ao agora

Momento de um tempo onde nem o tempo
consegue apagar, por ser fogo
que derrete, incendeia,
vulgariza, proclama

Por palavras que confusas
soam como sussuros pelos teus lábios
cor de paixão, cor de desejo
onde só o teu corpo consegue apaziguar

E que vibram quando teu alento quente
incendeia novamente o meu corpo
me levando ao prazer, me levando a gozar
em corpo quente, carne viva

Que no peito implora
uma vez mais o teu toque
o toque que incendeia
o toque que faz amar.


Magno Pinheiro

3 comentários:

Fafá disse...

linduuuuuuuuuuuuuuuu!!!!!!!!!!1
ameiiiiiiiiiiiiii!!!

Chris disse...

Excertos com um "quê" de contradição, que aguçaram a curiosidade até o fim das linhas!!Intenso - como sempre! =) Bjos!

Anônimo disse...

ô...ô...Tiooooo =DD
oiii *-*