14 junho 2007

Saudades

Saudades...



Até o momento em que tuas mãos
deixaram de acariciar o que havia em meu peito,
a história era escrita pelo prazer
que resplandecia em dois olhares,
que moldados por nossas carícias
formavam os pilares de um distinto altar

Altar esse, que oferecia aos olhos de quem o contemplasse,
com as mais soberanas especiarias
vindas das longínquas terras de nosso coração,
solo sagrado onde somente
o teu amor desbravador pôde alcançar...

O seu...

Ao eterno e passado amor...

Saudades...


Magno Pinheiro

Um comentário:

Chris disse...

Endeusou o amor e as saudades...!Tocante! Como sempre, fez pensar...altar...associativo isso sabia??? faz pensar na instituição "família" =) bjossss!!!